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Aderir ou não aderir

28/04/2009

Sue Johanson acaba de dar uma aula sobre como dar prazer na próstata. Ela sugeriu que a espectadora enfiasse três dedos no namorado. Achei bem animada, eu sugeriria começar com um.
Ela sugeriu também massagem simultânea com a outra mão no períneo. Sabe o que diz a véia. ( será veia segundo a nova ortografia?).

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Dúvida cruel. Mudar ou não de academia? Aderir ou não ao sistema de chave?

Cada uma tem seus pontos positivos e negativos.
O caminho de bike é infinitamente mais agradável em uma, que cruza o Jardim das Bandeiras, enquanto a outra é pela engarrafada Heitor Penteado. Uma tem mais gente bonita e jovem que a outra, o que determina uma preocupação mais exagerada com o visual maior em uma que em outra. Uma é mais cara que a outra, mas abre domingo.  Uma é mais poluída visualmente (cidade limpa não chegou lá dentro e parece um shopping de logotipos), a outra é mais cool. Uma é mais gay, outra é bem menos.
Mirror mirror on the wall...


Escrito por André Fischer às 01h38 Comentários Envie

Cérebro eletrônico

27/04/2009

 

A questão de seguir astrologia é até que ponto ela dá clareza sobre os ciclos da vida e te prepara para o que está por vir e até onde te deixa impressionar e aprisiona. No final do ano passado detectei um trânsito de planetas que teoricamente me deixaria sem enxergar as coisas com clareza e com grande s possibilidades de tomar decisões erradas até julho. Fato é que deleguei e passei a ouvir muito mais, mas infelizmente tenho dificuldade de tomar decisões. Pode ser pelo trânsito em si ou pode ser apenas por acreditar nele.  A questão é que tem coisa demais acontecendo e não dá para esperar.  Fecha o olho e pula...
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Trânsito ou senilidade, a memória anda me pregando peças. Saí para ver o show do Vanguart, mas foi ontem. Vi no lugar o show do Cérebro Eletrônico. Tatá Aeroplano é mesmo um gênio. Cama, música nova, faz chorar de tão romântica. Apaixonado, eu sou banana assim...
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Tentei mais uma vez ir ao Secreto. Sem condições. Era lugar realmente especial mas já foi, patriçada muito radical. Gambiarra também estava com uma fila para quem tem disposição.
To achando mesmo o circuito Sonique-Carniceria-Volt o esquema. O Sonique, mesmo cobrando 40 para homem e mulher VIP é gay antes da meia noite.
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Vontade de dar umas dicas de marcas, sem nenhum compromisso à Glamurama. Escapei de uma gripe que se avizinhava usando o Primeiros Sintomas da Vick. Tem esse biscoito de cupuaçu e o de castanha do Pará com limão da Frutos da Amazônia. O Yogoberry de chá verde com lichia, Hersheys com pedaços de laranja, Lindt 85%. Ecofit venceu, piraram nos preços e estou achando que volto à Competition, caríssima mas melhor equipada. Mas incomoda demais a aparência excessiva de shopping. Até corner de marca de roupa tem. Meio além da conta.
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Neo deu pra mijar em cima da bike, enferrujou a corrente. Levei na loja da Pompéia que orçou em astronômicos R$237. Fiquei na dúvida se era eu zura, mas é quase meio salário mínimo para trocar uma corrente. Encontrei um bicicleteiro de bairro, aqui perto e fez por R$55 um ótimo serviço com revisão geral.
Essa crise serve para que retomemos o real valor das coisas mesmo.
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Vem uma novidade que devem ser noticiada no decorrer da semana. Essa semana também temos que decidir se a Junior vira ou não mensal. É um passo importante, acho que chegou a hora, ela está crescendo do jeito que está, dá uma certa insegurança. Mas também é importante acreditar e crescer. Ai...


Escrito por André Fischer às 02h33 Comentários Envie

Party Out of Bounds

19/04/2009

As noites de sexta e sábado foram dedicadas a música.
Primeiro Beatles num Céu de Diamantes. Gosto dos Beatles como todo mundo, não sou um fã em particular, mas emocionam realmente os belos arranjos e a simplicidade da linha condutora do espetáculos, sem histórias forçadas para juntar  as músicas, apenas bons cantores e bons músicos. Deu vontade de ouvir os Beatles, já comecei a baixar coisas deles. O figurino meio hippongo é meio forçado, certamente seria bem melhor se os lindinhos usassem menos roupa. De qualquer forma para fãs do quarteto, absolutamente imperdível. Em cartaz no Teatro do Shopping Eldorado em SP.

Sábado foi dia de outro quarteto, o B-52s. Já os havia visto no Rock in Rio nos anos 80 e no show da Hípica nos anos 90. Eles estão na estrada há 33 anos, com uma história cheia de hiatos. Tanto que estão em turnê de Funplex, o primeiro álbum desta década. Credicard Hall cheio, depois de um dia meia bomba no Rio.
Os quatro mostram que estão sabendo envelhecer.

Fisicamente estão bem, souberam adaptar seus figurinos à idade. Pulam um pouco menos no palco, mas continuam colocando fogo na platéia e pareciam estar se divertindo bastante.

Cindy Wilson, que já abandonou a banda e passou por fortes períodos de depressão, parece estar especialmente bem. O cabelão compridíssimo louro branco funciona especialmente com o ventilador constante. Mais cheinha, optou por ressaltar os seios fartos parecendo uma Walkiria de shortinho curto. Katie Pierson consegue ter as mesmas feições há décadas, segurando no cabelón vermelho e shortinho sem meia.

 
Fred Schneider, que nunca foi muito atraente mas aos 58 está bem enxuto e surpreendentemente em cima. Interessante como pessoas menos bonitas quando jovens seguram melhor quando envelhecem. Não é o caso de Keith Strickland que continua gato-gato-gato aos 56, dando trucão dos óculos à Bono Vox. Mesmo quando tira mostra que se cuida bem. O cara sempre foi low profile, e é gay assumido como Schneider, que está em entrevista na G deste mês (comemos essa bola na Junior).

O público era basicamente de trintões-quarentões, mas com vários fãs mais novos entusiasmados.  

Muito emocionante vê-los tocando Roam, Private Idaho, Rock Lobster e Love Shack, o número final. A nova Juliet of the Spirits já é um clássico. Mesmo no bis vários sucessos ficaram de fora como DeadBeat Club, Girl from Ipanema Goes to Greenland (composta em homenagem à passagem pelo Rio nos anos 80) e Legal Tender, que foi pedido com insistência pelo público.


Tomara que não levem mais 10 anos para voltar.

As fotos são do Daniel Renault.


Escrito por André Fischer às 22h32 Comentários Envie

Festas de firma

16/04/2009

Para afastar um pouco o chororô da crise e ver o que anda acontecendo no mercado, dediquei as noites dessa semana a ir a festas empresariais.

Na segunda foi a festa da MTV, bem simpática, gente bonita, casting meio novinho demais para um evento que deveria ser comercial. Só não consegui entender direito qual o objetivo do evento. Mion subiu no palco para apresentar a razão daquilo tudo, mas o som estava tão ruim e as pessoas falavam tão alto que só deu para entender que era algo que tinha a ver com internet. Nada mais. 
Na terça teve a festa de lançamento do Mini. Super produção no metrô Ana Rosa, eventão daqueles pré-crise, sem economia. Não entendi bem o mailing de convidados, seriam possíveis compradores do carro ? De qualquer forma deu para entender que Mini é mais uma marca do que apenas um carro, algo explicitado na saída da festa que era pela lojinha cheia de produtos bacanas.

Ontem, quarta, duas festas do nosso segmento. O lançamento da revista Junior #10 no Sonique, que como sempre reúne os mais lindos da cidade. Sem pretensão nenhuma além de reunir amigos e colaboradores, foi animadíssima. Tá certo que não tinham muitas revistas para o povo ver, mas a idéia é mesmo que venda em banca.
Depois teve a reabertura da SoGo, que deu um bom tapa na decoração, estava igualmente animada e, pelo menos até a hora que saí, não tinha aberto o Dungeon, o que deixava uma certa tensão no ar.

A conclusão primeira é que tem gente se movimentando para não deixar a peteca cair, o que é muito bom. A segunda é que paulista se diverte de verdade quando tem a desculpa de estar trabalhando, mesmo na balada.  


Escrito por André Fischer às 20h52 Comentários Envie

Lindo dia de sol com ex-BBBs

10/04/2009

Essa semana a assessora de imprensa da Junior insistiu que deveríamos ter um BBB, alegando que rende nota e gera venda em banca. Discutimos bastante o assunto e reafirmamos nossa intenção de não ter ex-BBBs na revista. Com todo respeito, é uma coisa G Magazine que não está no nosso DNA.

Ainda assim, temos na próxima Junior #10 um pequeno perfil do Jean Wyllys, que mesmo tendo um perfil diferente dos demais não deixa de ser um ex-BBB.

Para pagar minha língua passei hoje o dia com Priscila e Milena do BBB9. Elas estavam fotografando para o Paparazzo, começando no iate do Eike Batista e se estendendo por passeio de lancha pela Baía de Guanabara.
Passeio para mim, que estava de perua tomando sol enquanto todos trabalhavam. E hoje fez um dia lindo de sol, daqueles de morrer. 
Essa foi uma edição do BBB que pulei solenemente, então nem sabia muito o que comentar. Como não posso publicar fotos nem falar sobre o ensaio em si (porque não estava lá como jornalista) vão apenas algumas observações - se é que você se interessa por ex-BBBs.

Priscila, que é uma querida, estava com o bofão ex-namorado-mas-que-estão-pensando-em-voltar. Ele ficou de sunga (essa foto eu tenho!) marcando presença enquanto a empresária dela se preocupava com o clima 'lésbico demais' das fotos que as duas faziam juntas. Questionei se não era justamente essa a intenção e ao ouvir isso ela saiu correndo para separá-las.

***  dá uma olhada na foto do bofão no http://www.dramatica.com.br/post.asp?id=763  ***


Milena também bem simpática, a primeira manauara botafoguense que conheço.
A lancha pifou no meio da baía, houve todo um movimento resgate Titanic que acabou não sendo necessário.  

Enfim, não sirvo muito para jornalista de fofoca de BBB, mas acabou sendo um programinha exótico nessa sexta-feira santa.
*
Por sinal fui de bike desde Ipanema. Até a Marina da Glória são 40 e poucos minutos, passeio super sussa e com paisagens deslumbrantes. Engraçado não ter um cultura de bike mais forte no Rio.


Escrito por André Fischer às 20h30 Comentários Envie

Limites

09/04/2009

Tempos atrás um conhecido resolver tatuar o corpo inteiro, começando pela cara. Ele me contou que ia começar o processo e se não cheguei a incentivá-lo tampouco contestei que seria um absurdo. Mesmo lá no fundo achando que ele iria fazer a maior burrada da vida, era mais importante respeitar o livre arbítrio e valorizar essa atitude contestadora.
Meses depois, quando ele já estava cobrindo o baixo ventre, o organismo reagiu ao excesso de tinta, ele teve uma super infecção e foi forçado a abandonar o processo pela metade.

Em outro momento apresentei um lindinho amigo que tinha acabado de ficar solteiro a outro mais lindinho que queria muito encontrar um namorado e eles viraram um casal. Como virei uma espécie de padrinho, um dia o lindinho veio me perguntar o que eu achava do piercing no freio da gengiva que o mais lindinho tinha feito. Eu já tinha achado estranho, que enfeiava ele, e não tinha dito nada. Mas naquele momento disse sim, que ele ficava menos bonito. Pouco depois ele tirou o piercing e ele nunca mais foi tão afetuoso comigo quanto antes.

Esses dias um querido enviou os links de uns vídeos dele mesmo fazendo sexo meio escatológico. O que no começo era uma fantasia que ele realizava eventualmente ganhou ares públicos. O politicamente correto diz que é fundamental manter o direito de se expressar livremente e também enxerga o viés manifestação artística. E ele deve ter prazer com isso. Seria o caso de dizer, ‘meu, pra quê?’.  Posso parecer careta, perder a amizade, mas também tenho medo por ele.
Será que o código de convivência moderno implica em aceitar a inexistência de limites, sobretudo superar os seus quando lidando com aqueles que temos carinho?


Escrito por André Fischer às 02h37 Comentários Envie

Sentimentos enrustidos

08/04/2009

A vovozinha era uma flor de velhinha, daquelas com cabelinho pintado de roxo que falava baixo e só palavras gentis. Ao ficar senil passou a vomitar os maiores impropérios, falando de sexo da maneira mais baixa, expurgando todas as fantasias reprimidas durante sua longa vida.
Melhor seria se tivesse dito e feito suas sacanagens em vida, assim provavelmente não teria  sufocado toda putaria que povoava os recantos mais escuros de sua mente e que a família foi obrigada a conhecer aos gritos.
O filho dela, fruto da mesma família conservadora, achava que devia ser moderno e por isso sempre aceitou a sobrinha que era lésbica. Ajudou-a a encontrar o primeiro emprego, foram mais de uma vez juntos ao Morumbi torcer contra o Corinthians e ele chegou a ser seu fiador quando decidiu sair de casa. Tudo porque estava convicto de que era o que devia fazer. Ninguém poderia desconfiar que no fundo, bem lá no fundo, ele não se sentia muito confortável com aquela história toda e, apesar de toda proximidade, evitava conversar com a familiar favorita sobre assuntos pessoais .
No entanto quando seu próprio filho resolveu assumir o namorado, a coisa foi bem diferente. Todo preconceito que enrustiu a vida toda veio à tona. Chamou-o de filho da puta, que era a vergonha da família e cancelou o almoço de Páscoa.  

Para que está de fora, mil vezes alguém que não explicita seu preconceito, sufocando-o, ciente de que é algo que não deveria sentir. Se não puder deixar de sentir, melhor deixar escondido sentimento tão feio. 
Ideal que ele trate o que sente em uma boa terapia, antes de entornar em cima dos outros suas questões mal resolvidas. Ou então acabar como a velhinha destilando palavrões sobre viados.
*

Madoff era o mais incrível dos investidores. Generoso, era um dos maiores doadores de instituições de caridade. Até que a bolha estourou e quando foram atrás do dinheiro deixado em sua confiança era tudo truque. Mais de 50 bilhões que ele dizia que estavam lá simplesmente não existiam. Os quebraram, inclusive várias instituições de caridade.  

Na verdade o dinheiro nunca existiu. Era apenas a crença deque ele existia. Se isso vale para o mal, vale para o bem também.  É só quando a gente acredita na possibilidade de uma coisa que ela tem alguma chance de acontecer. E enquanto não vira realidade é só a crença nela que pode mantê-la viva.

E isso vale para amores, negócios e para manter a sanidade.


Escrito por André Fischer às 01h56 Comentários Envie

1 em cada 5

07/04/2009

Não cheguei a comentar a pesquisa Mosaico Brasil, realizada pelo Projeto Sexualidade (ProSex), do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, publicada no MixBrasil na semana passada.

Segundo ela 7,8% dos homens brasileiros são homossexuais e 2,6% bissexuais. Entre as mulheres o total de lésbicas seria de 4,9% e 1,4% bissexuais. Gostaria de entender o método usado para chegar a esses números. Sempre tive a sensação que o número de bissexuais era substancialmente maior que de gays, já que é imenso o número de homens casados ou que se dizem socialmente heterossexuais que pulam a cerca. Esses até podem ser números a serem considerados se for explicado como chegaram a eles.

Acho que a pesquisa perde a credibilidade totalmente quando afirma que no Rio de Janeiro 19,3% e 9,3% das mulheres são homossexuais. Ou seja 1 em cada 5 homens, 2,5 vezes a média nacional. Em São Paulo, cidade que certamente concentra um número maior de HSH seriam 9,4%.

Alguém que viva no Rio, e circule fora da Farme de Amoedo, pode acreditar que isso é verdade? 


 


Escrito por André Fischer às 16h49 Comentários Envie

Os Obamas

03/04/2009

Primeiro a Rainha deu um abracinho discretérrimo em Michelle, que no intrínseco linguajar da realeza britânica significa horrores. Michelle é elegante como uma Jackie O revisitada, com vestidos de até 450 dólares. Adoro Michelle.

Obama abraçou todos os líderes mundiais, disse palavras gentis. Fez do encontro tenso um alívio para o mundo em crise. Sinto como se tivesse votado nele e me sinto feliz pelo meu voto.

Estranhíssimo. É a primeira vez na vida que digo que adoro um presidente dos EUA.

E escolheu nosso Lula como best friend, dizendo textualmente “ I love this Guy” e dizendo que ele é o político mais popular do mundo. Até FHC nunca tinha vivido com um presidente que não nos embaraçasse de alguma forma quando saía do Brasil. Com Lula finalmente temos um líder de porte mundial.

*
Cabeça sem parar. Pela hora do post, entrego as poucas horas dormidas recentemente.


Escrito por André Fischer às 03h21 Comentários Envie

Pão com manteiga

01/04/2009

Ontem passei o dia dando palestras para jovens sobre a Diversidade Sexual em CICs (Centros da Cidaddania do Estado de SP) na periferia da cidade. Experiência emocionante, viu.
Em uma das turmas um menino se assumiu na frente da turma e foi acolhido, sobretudo pelas meninas.
E como uma cena de beijo entre homens ainda é capaz de causar repulsa. E como as meninas são mais destravadas que os meninos, só elas falavam e fazam comentários.
Impressionante também como essa cidade é imensa: para ir do Jardim São Paulo, na zona sul, ao Itaim Paulista, na extrema zona leste, foram quase 2 horas de carro, sem engarrafamento.
*
À noite, cansadíssimo na frente da tevê (o dia começou pegando vôo das 6h45 no Santos Dumont), assisti Max, no BBB9, passando manteiga no pão e comendo sozinho, cena que levou 5 minutos no relógio. Na hora fiquei na dúvida se aquilo era videoarte, metalinguagem na mais pura essência. Quando acabou cheguei à conclusão que perdi 5 minutos da minha vida e que a televisão brasileira está mesmo perdida, idiotizando a população.


Escrito por André Fischer às 12h29 Comentários Envie


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