Custe o Que Custar
30/07/2008
Finde passado fui assistir Cordéia Brasil. Texto é do Antonio Bivar (o cara está com 69 anos e ainda é um gato, como pode?), escrito em 68 e ainda é bem atual. Passado no Leblon,
pelo George Saumo – presta atenção nesse garoto que ele vai bombar.
A direção é do Gawronski e surpreende. Quem disse que alternativo não pode montar comédia de costume? Olha que não sou lá tanto de teatro, por isso quando vou tem ser tiro certo.
E valeu total, me diverti bem. 
Está
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Já tinha tentado assistir o CQC na Band, mas dava agonia aquela coisa meio detonação e uns comentários meios homofóbicos. Mas essa semana eles estavam fazendo uma sabatina com os candidatos do Rio e resolvi assistir. Primeira coisa que fiz ao me mudar para São Paulo foi transferir o título de eleitor.
Morro de vergonha – e de pena de quem ainda mora no Rio - dos políticos locais. Fácil entender o estado que as coisas chegaram (em outros países se chama guerra civil) fazendo um retrospecto dos governantes da cidade e do estado nas última décadas. Sergio Cabral ainda é um pouco melhor, mas o resto...
Enfim.
O asqueroso Crivella e a equivocada Jandira não foram, e nem precisava. Os outros todos... Gabeira, que sempre admirei, parece estar gagá. Eduardo Paes simpatizo mas passou uma imagem de mauricinho equivocado. Solange, fala sério, é a Sandra Cavalcanti.
A grata surpresa foi o Molon, do PT. O Lula abandonou o cara para apoiar o candidato do tráfico e dos evangélicos. Pareceu preparado, bem intencionado e, é preciso dizer, gato. Ele está lá atrás nas pesquisas. Torço para que dê tempo de subir.
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Então essa lei Seca, sei não...Entendo que às vezes é preciso radicalizar, a coisa estava mesmo meio fora de controle. Mas não está parecendo o Irã ? Daqui a pouco vão começar também a controlar o consumo de drogas e aí a noite acaba de vez.
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Estreei programete na Energia 97 FM. Todo domingo dentro do Freedom, que começa às 18h. Ouve lá...
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Na segunda, 4/8, tem festa no Vegas. Se quiser ir, só postar comentário com seu nome.
Abre 22h, Boca Livre até meia-noite.
| Escrito por André Fischer às 19h41 | ![]() |
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Um cara dividido em dois
25/07/2008
Gosto de um bom blockbuster americano, sobretudo as sagas onde você vai revendo os personagens que se desenvolvem em cada episódio. Mas depois de assistir Batman, tudo que eu queria era um filme francês. Heath Ledger em atuação memorável, é verdade. Mas a medida que o tempo passa vou achando o filme mais besta. Muito barulho, muito cansativo, pouco espaço para reflexão. Tudo ali na cara demais.
No cinema francês geralmente, ao contrário, nada está pronto. Há muitos
silêncios e espaço para diferentes interpretações. A própria experiência
física é distinta: ao invés de um cinemão dolby em shopping com pipoca, o
Reserva Cutural com suas quiches lorraines fantásticas. Foi o caso de
Uma Garota Dividida em Dois, do Chabrol, que assisti ontem à noite.
A
linda Ludivine Sagnier é a garota do tempo da emissora de Lyon que se apaixona
por um escritor 30 anos mais velho e do outro lado tem um jovem milionário
completamente transtornado que se apaixona loucamente por ela. Começa aí a
divisão. Ingênua, ela vive experiências sexuais bem fortes com o coroão que a
deixam transtornada depois que ele a abandona. Não vou contar mais para não
estragar as reviravoltas da trama.
Como todo Chabrol há camadas distintas no
roteiro: a podridão das classes dominantes, o abuso da inocência, as
sempre mal gerenciadas relações entre mãe e filha...
E ainda há as
imperfeições explícitas. A maquiagem é péssima, a interpretação exagerada,
algumas situações onde o orçamento reduzido fica bem claro (como a cena do
casamento onde há apenas o som). Mas tudo faz sentido na trama.
A própria beleza imperfeita de Ludivine Sagnier é um capítulo à
parte. Ela tem dentes tortos, um nariz estranho, nada nela é óbvio. No
entanto é linda de morrer. Já foi Sininho de Peter Pan, a menina
problema de Swimming Pool, posou para Playboy francesa (que não tem NADA a
ver com a cafona Playboy brasileira. É uma das minhas publicações
favoritas, modernérrima). Tem que ser acompanhada.
Saí desconfortável, na
hora nem achei que gostei tanto.
Mas, ao contrário de
Batman, passaram-se 14 horas e continuo pensando no filme... 
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Ah...a Junior#6 está na gráfica. Você vai como
ela mudou, o projeto gráfico é outro. Encontramos o caminho mesmo. A chamada
principal é dos 65 homens incríveis. Mas a 4a capa é um anúncio de Campari com
uma louraça... Semana que vem posto umas imagens da revista. É que
prometemos mandar para uns blogs amigos antes.
| Escrito por André Fischer às 13h08 | ![]() |
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Voto gay
22/07/2008
Já tinha votado no Elias Lilikã, militante do grupo gay da USP, em 96 para vereador, mas esse não chegou nem perto.A última vez que votei em um candidato gay foi em 2002, quando o Beto de Jesus se apresentou a deputado federal. Seria ótimo se ele tivesse sido eleito, é um cara articulado, militante e que poderia ter marcado uma presença importante no Congresso. Mas não rolou.
O primeiro deputado federal gay assumido acabou sendo o Clodovil, o que não nos adiantou muita coisa, nem chega a ser um orgulho para a comunidade.
Com todo respeito às drags - tenho especial carinho pela Salete Campari, Léo Áquila e Kaka DiPolly que são candidatas aqui em São Paulo- mas acho que elas não me representam.
Ontem estive na reunião de apresentação da
candidatura do Marcos Fernandes e voltei com vontade de me envolver na campanha.
O cara me passou uma imagem séria, não apenas porque anda de terno e
gravata, mas pela postura mesmo e por suas intenções parecerem boas. Foi
seminarista, trabalha no Estado e é gay assumido. Ele vai levantar a bandeira
das diversidades em geral incluindo não apenas os direitos lgbt, mas também
raça, gênero, terceira idade (já trabalhou com esse setor) e questões como
acessibilidade. Como ninguém é perfeito, ele é do PSDB. Não é um partido que me
incomode, não costumo mesmo votar em um partido só. 
Já votei em vários candidatos simpatizantes, mas acho que chegou a hora da gente tentar eleger alguém que nos represente de verdade.
Não estou fechando nada com ninguém.
Mas ficaria feliz de ver um gay bacana, como o Marcos parece ser, na Câmara de São Paulo.
| Escrito por André Fischer às 17h40 | ![]() |
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Nome Próprio
16/07/2008
Ontem fui à abertura da exposição Art Basel Geneva São Paulo, um evento bem bacana de artes com ênfase em performance e instalação que está acontecendo na Galeria Vermelho. Uns trabalhos em vídeo bem interessantes, performances meio estranhas, mas de qualquer forma social ótimo.
E bom ver como a Vermelho está crescendo e se firmando mesmo como referência internacional da arte de vanguarda (hum, acho que estou usando termo bem equivocado, mas não me vem nada melhor agora).
Fiz algumas fotos com minha câmera fuleira do iPhone (nã, ainda não joguei fora, estou esperando pegar o 3G pra ver se abandono de vez e me rendo ao Blackberry), que posto aqui só para uma idéia do clima.
Se estiver por SP, é programa imperdível. Rola só até sábado das 20h às 22h30.



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Ainda assisti ontem Nome Próprio, filme do Murilo Salles que estréia nessa sexta. Estive com Murilo, conversei bastante sobre o filme antes de ver e cometi a imprudência de dizer "não vi e já gostei" , apenas porque alguns amigos viram e gostaram e o trailer me pareceu interessante.
Felizmente vi e gostei, e muito. Leandra Leal está impressionante encarnando a personagem inspirada nos textos e história da Clarah Averbuck, passei a respeitá-la como atriz de verdade.
A fotografia é incrível, tem cenas de uma estética emocionante e roteiro bem moderno.
Ah, e mega sexy. Até injustiça com a Leandra, mas tens uns lindos bem gostosos (mais pra magros, modernos, com pêlos, se vc me entende ) na inúmeras cenas de sexo que valem o ingresso também.
Em alguns momentos dá uma arrastadinha, mas nada que comprometa.
De qualquer forma, é candidato total a cult.
Como é produção independente, vá ver correndo, que pode ser que nem fique tanto tempo em cartaz.
Descolei duas seqüências que foram excluídas da montagem final, que vão entrar entre hoje e amanhã aqui no Mix.
| Escrito por André Fischer às 13h53 | ![]() |
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@Rio
14/07/2008
Semana decisiva pela frente. Por isso, nada como um finde no Rio pra carregar as baterias (depois de duas festinhas otemas na sexta).
Se tudo der certo vão pintar 3 sites novos nos próximos meses. Se tudo der certo, serão 11 no total. Ahã, é o MixBrasil virando Grupo MixBrasil mesmo.
E já estão começando papos sobre uma nova publicação, uma idéia que começa a tomar corpo. Vamos ver. As coisas costumam demorar a rolar, mas geralmente acontecem.
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Continuo malhando todo dia pela manhã. O resultado já está dando pra sentir, felizmente. Como complemento apenas whey protein e umas cápsulas milagrosas chamadas Minceur 24h, que comprei em Paris seguindo conselho do Cassio Scapin (ele mostrou bastante o corpão de mutante na novela). Resisto aos mais químicos. E com isso mudou a vida. Sério. Passei a dormir cedo, fico mais sossegado.
Ah, e a Junior não foi comprada pela Carta Capital, como já ouvi repetidas vezes por aí.
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Nem comentei, mas fizemos uma reforma no escritório do Mix, eu ganhei uma sala nova, decorando aos poucos. Obras em casa e no apê do Rio, tem que ir com calma...
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A 16a edição do Festival MixBrasil tem agência nova. A Neogama apresentou as linhas para a campanha deste ano. Acho que vai ficar sensacional. Assim que der falo mais a respeito.
| Escrito por André Fischer às 01h36 | ![]() |
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Bossa Nova
08/07/2008
Viagem completa a exposição anos da Bossa Nova na Oca. Exposições bem montadas são mesmo o melhor programa, estimulam sensações e educam no sentido mais
profundo.
Nessa vale a dica: comece por cima, jogado vendo o mar carioca no teto da oca,
Tesão.
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Sempre há os que discordam. Ainda na onda da felicidade e de um certo ufanismo gerados pela exposição, encontrei uma jornalista que não só não gostou, mas achou um desperdício de dinheiro.
Definitivamente não estávamos na mesma sintonia.
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Já viu A Outra ? É uma tradução cretina (da indústria nacional que às vezes aposta na ignorância dos espectadores) para The Other Boleyn Girl. O filme conta a história de Henrique VIII, que perdeu a
cabeça por Ana Bolena, irmã de sua amante Mary Bolena.
Ana não deu para Henrique até que ele se casasse com ela, o que incluía fazer o cisma da Igreja na Inglaterra
E virou.
O rei chegar a um tal tesão reprimido que o fez de mandar o mundo às favas, eu entendo totalmente. Ah, entendo sim. É o poder do sexo. (btw, Henrique VIII teve seis mulheres e Vinícius de Moraes nove).
Difícil é entender que todos que estavam à sua volta acompanharam aquilo tudo sem fazer nada. E mais, concordaram e mudaram a história do país para sempre.
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Hoje começamos a ver a nova Junior tomar forma. Está ficando linda. Já tinham dito que o projeto de uma revista amadurecia no número 6. Olha, é emocionante. Como ver um filho dar os primeiros passos.
| Escrito por André Fischer às 00h30 | ![]() |
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Novela Vaga
06/07/2008
Gainsbourg / Laetitia
| Escrito por André Fischer às 04h22 | ![]() |
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Programa de paulista
04/07/2008
Ontem fui ao Shopping Cidade Jardim. Tinha uma antipatia do nada, talvez pelo pombal de cima. Mas sabe que gostei.
É bem bonito, versão melhorada do São Conrado Fashion Mall e lembra o Siam Paragon de Bangkok. Só que o daqui é melhor iluminado e tem um jardim com vista super bacana da Marginal Pinheiros. Até o carioca admitiu que a vista era bacana. Só não pode ir com sapato sujo e tem o metrô que o tailandês tem, luxo para todos. E tem cinema.
Todo básico do luxo tem.
Programão pras finas e pras que se fazem de.
| Escrito por André Fischer às 18h33 | ![]() |
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Sem terapia
03/07/2008
Terapeuta em férias, a necessidade de organizar o pensamento se traduz em posts tardios novamente. Blame it on Fluminense, que perdeu do LDU depois de 3 horas de um jogo bonito mas tenso. Por causa da adrelina não consigo dormir. Amanhã vou ter que me virar e malhar na hora do almoço.
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Aproveitei para ver o noticiário da Ingrid Betancourt. A morte da Dona Ruth me tocou, mas foi um momento de tristeza. A civilizada libertação da senadora foi uma emoção boa. Comprei Cartas à Mãe no começo do ano em um balcão nas Americanas e li em uma noite, fiquei envolvido com o drama. Se ainda estivesse em Paris, hoje teria ido ao Hôtel de Ville festejar. Esse ano também duas vezes, no inverno e na primavera, parei um tempinho em frente do painel que acompanhava o cativeiro dela na frente da prefeitura de Paris (QG do Delanoë).
Alguém em sã consciência pode defender as Farc...e, por tabela, Chávez ?
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Até a dorisdayzice tem limite. Existem pessoas perturbadas (não uso “do mal” por convenção vocabular pessoal) que perdem o contato com a realidade e na sua perturbação querem que o mundo também esteja. Fazem o que podem para perturbar o próximo, apenas para não terem que encarar suas perturbações. Já o picareta que estou tendo que lidar nem terapeuta tem.
| Escrito por André Fischer às 02h14 | ![]() |
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Eu acredito
02/07/2008
Finde tranquilinho no Rio para preparar para esta semana locurama. Só namorando, quality time em família, jogação entre amigos. Em um esquenta na casa do André e Carlos a gente constatou que todos os trintões e quarentões estão investindo forte no cabelão. O slogan era "Cabelão é o novo Botox". Faz sentido, quem tem cabelo nessa idade demonstra juventude e tira um pouco o foco das rugas (ou do botox). A barba, hit entre os de 20 ou menos, também está chegando forte entre os grisalhos. Na dúvida, estou de barba e cabelão. E resolvi assumir de vez os fios brancos.
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Coisa mais romântica - e politicamente correta- do mundo Wall E. Já assisitiu? Um amigo já viu 2 vezes e chorou pencas em ambas. Não cheguei a tanto. Mas dá vontade de recomendar a todo mundo. Outro mérito é conseguir tornar interessante um filme praticamente sem diálogos e onde os personagens humanos só aparecem no terço final. Teoricamente é uma história de amor hétero, mas será que robôs têm sexo?
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Hoje tem a final da Libertadores no Maracanã. Mais uma vez amigos tricolores vêm em casa ver o jogo. Sou botafoguense, mas simpatizante - qualquer coisa aliás, menos Vasco e Corinthians. O grito da torcida do Fluminense é "eu acredito". Nós também estamos acreditando. (Se é que vc não sabe, o Fluminense precisa ganhar com 3 gols de diferença. Um amigo íntimo nem sabia sabia que o Fluminense estava na final da Libertadores). Aliás eu acredito em quase tudo que é bom. Continuo, como dizia Caio Fernando Abreu, uma Doris Day.
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Sobre o jogo teve uma historinha engraçada...Na academia tem uma carioca que é fluminense. Comentei que íamos assistir os jogos e a convidei. Ela, meio me aquendando, perguntou se minha mulher não ia ficar chateada de levar alguém sem avisar. Eu disse que elE não ia estar. Há tempos não fazia esse tipo de outing. Ela, nervosa, começou a dizer que tem muitos amigos gays e como era simpatizante.
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E não é por causa dela, mas troquei meu horário de malhar. Mais uma vez, tento começar o dia na academia. Dessa vez vamos, espero. Estava num pique de dormir todo dia depois das 3h, o que não combina com minha rotina diurna de trabalho.
| Escrito por André Fischer às 17h21 | ![]() |
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