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Rápido update

27/02/2008

Aproveito o distúrbio de sono para ver os filmes que baixo pelo BitComet. Acabei agora de ver Cloverfield. Bem estranho, essa coisa com cara de VHS cheia de efeitos especiais. E nada bom para antes do dormir. Vou ainda ler o Mysterious Skin, que também me prende muito. Resultado, não durmo antes das 3h30 e o despertar segue cedo.
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Estou tendo que vestir as sandálias da humildade. Meu editor na Ediouro mandou de volta o novo livro com zilhões de "sugestões" para tornar o livro mais comercial. Concordo com algumas e mudo, descordo de outras e tenho que justificar. Acho que ele sabe o que está fazendo, espero que eu também.  
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Juno é o fofíssimo, tem que ver. Mas esqueça as legendas. A tradutora jogou no lixo os maravilhosos diálogos premiados com Oscar da Diablo Cody.

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Foda ver o Botafogo perder com uma bola na trave no último segundo da prorrogação, depois de terminar o primeiro tempo na frente. O time é sempre assim, começa bem, mas não consegue segurar a onda. Será que está no DNA da estrela solitária?
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Ontem fui à festa de aniversário da Regina Casé na casa do Zeca Pagodinho. Festona beeeem divertida. Inspirado no anfitrião acabei bebendo além da conta. Entre os convidados metade da MPB e outro tanto da Globo, ia de Caetano a Wando. Pena só eu ser jornalista, não fica nem bem falar das tantas de historinhas que rolaram. 
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Amigos do Rio, uma boa notícia. Dia 10/3 estréio boletim diário na Radio Paradiso. Depois aviso os horários.
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Amigos de Sampa, semana que vem começam as gravações da segunda temporada do Cine MixBrasil. No primeiro dia vamos no Trianon e Arouche, no figurino até uma coisa meio Brokeback Mountain. Sacou o clima?

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lesei!!! apaguei vários comentários bacanas deste blog na hora de aprovar. Obrigado e desculpem.... 

 


Escrito por André Fischer às 01h47 Comentários Envie

Mais um eclipse lunar

20/02/2008

Há mais de quarenta minutos está rolando um belo eclipse da lua. Tinha esquecido e lembrei dele porque rolou um eclipse lunar em "Se Eu Fosse Você" (aquele besteirol engraçadinho com Gloria Pires e Tony Ramos), que estava passando no Telecine, e na mesma hora começava o eclipse no céu de verdade. Uma incrível coincidência ou sabedoria extrema do programador do canal? No filme o eclipse determinou a troca de personalidades do casal em crise. A noite havia começado meio chuvosa, bem nublada. Na hora H o céu abriu e a lua está gritando avermelhada e escura lá fora.

Anyway...
Há cinco anos um eclipse como este mudava minha vida. Tive um insight que me fez acabar um relacionamento e me jogar em outro. Também determinou minha intenção de voltar a freqüentar o Rio. Muita coisa mudou por conta dessas decisões tomadas durante o eclipse do dia 15 de maio de 2003. Tenho a data na cabeça porque foi realmente um turning point. Hoje foi um dia intenso no campo profissional, no campo emocional tudo parece mais definido do que da última vez que a Terra se entrepôs entre o Sol e a Lua.

Acredito em astrologia, em sincronicidade. Só nos falta às vezes uma compreensão maior destes fenômenos. Observá-los com atenção é meio caminho para incorporar seu real significado.

Termino por aqui. Vou ver o finzinho do eclipse...

 


Escrito por André Fischer às 23h55 Comentários Envie

Falsas Premissas

18/02/2008

Não há nada pior do que trabalhar sobre dados que não correspondem à realidade. Criar expectativas sobre algo que não é bem assim.
Muitas vezes somos nós mesmos criamos essas falsas premissas.
Tipo acordar na pilha achando que são 10 da manhã e ainda é 9, porque o relógio ainda não foi acertado para o fim do horário de verão. Ou gastar contando com uma entrada de dinheiro dada como certa, mas que nunca foi confirmada de verdade. Ou ainda contar que vai pegar alguém porque tudo indica que está a fim, baseado em interpretações de sinais.

Um dito familiar aconselha que não se pode contar com o ovo no cu da galinha.
Dizem também que para bom entendedor pingo é i. Mas não basta um pingo para fazer um i.

Entendeu?

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Na sexta fui à Campus Party, aquele mega encontro dos nerds que rolou no prédio da Bienal. Se fosse adolescente teria passado a semana acampado socializando. Soube que empresas fizeram scouting, head hunting, e contrataram vários talentos que andavam por lá.

No térreo havia uma feira de negócios meio padrão, nada de muito especial além de jogos e stands meio previsíveis. No primeiro andar, fechado para cadastrados, rolavam os encontros, palestras e plenárias das várias áreas de interesse. Uma zoeira onde circulava muita informação. Loucura mesmo era o segundo andar, ocupado por barracas dos 3 mil que ficaram lá direto durante a semana toda – fechado para o público mas que consegui ter acesso.

Fez lembrar essa coisa estranha de deixar um andar vazio durante a próxima Bienal. Para mostrar mesmo o que? Que falta dinheiro, ou que há um vazio no mundo das artes?
Porque não fazer uma coisa tipo esse acampamento?

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Tem umas coisas que são meio vício, que seguem na inércia. Tipo esse BBB. Não acontece nada, os personagens são totalmente desinteressantes, mas ainda assim acompanho o que está acontecendo. A saída da Bianca foi uma lástima, era a única com cara de amiga lá dentro. Dos que restaram, o Marcelo ainda é o que difere um pouco do resto, o Rafinha anda aparecendo de pau duro, mas pelo jeito não vai fazer nada para não estragar a imagem de bom moço. Se a Thatiana não for mesmo bolacha, pouca coisa resta a acontecer por lá até o final.

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Fogão na final da taça Guanabara. Domingão eu vou ao Maracanã. Alguém se habilita?
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Ah, essa é uma foto da Clara com o Neo no Beco dos Grafites. Lembrança do finde delicioso em família.


Escrito por André Fischer às 10h40 Comentários Envie

iPhone: mais contras do que prós

11/02/2008

Já estou usando meu iPhone, comprado em Los Angeles, há 2 semanas e agora já me sinto mais confortável para falar sobre ele.

Sou usuário de PC convicto, mas já comprei 2 iPods: um mini que pifou rapidamente e outro de 80G, que uso basicamente para ver palestras do TED, ouvir alguns podcasts e levar músicas para festas. 

O iPhone é um brinquedo incrível, lindo, design fantástico. A operação toda por toque na imensa tela, o zoom de imagens (incluindo de sites) e o sistema de links são perfeitos. A navegação na internet também é muito melhor do que no Blackberry.

Mas como telefone deixa muitíssimo a desejar.
Não tem Bluetooth (!!!!), a câmera não faz vídeo, não envia nem recebe fotos em SMS, não importa os contatos de seu chip diretamente (é precisa comprar um software que importa tudo ou então fazer um malabarismo via outlook-itunes), a recepção do aparelho é sofrível (ninguém me escuta desde que troquei, não pega em vários lugares).
Ele não conversa com Outlook e por isso vou ter que continuar usando o Palm.
Para apagar as mensagens, ou apaga-se uma ou todas. Para apagar algumas é preciso comprar outro software. O aparelho vem sem nenhum jogo pré-instalado. Como é preciso desbloquear o aparelho para uso no Brasil, perde-se a garantia. O desbloqueio custa R$600 e várias funções ficam emboladas nas operadoras locais. Em roaming pela Tim, por exemplo, ele não toca, apenas vibra.

Estava certo o Zander que comprou o novo iPod, que tem o design do iPhone novo, com a capacidade de memória do iPod tradicional.

Não me arrependo da compra, trabalho com tecnologia e gosto de gadgets.
Mas já voltei para o meu bom e velho Nokia para o dia-a-dia. Deixo o iPhone para usar socialmente, para tirar onda, para quando precisar usar a internet na rua, de vez em quando.

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A Junior3, vermelhona, está linda nas bancas. Ela pula no meio das revistas. Acho que encontramos a fórmula da capa. Na 4 vamos ter o Torquato clicando, modelo ainda por confirmar. Dentro várias mudanças. Que coisa é fazer revista: mesmo fazendo muitas outras coisas não consigo para de pensar nela
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Ontem o passeio dos Gay Bikers foi ótimo. Comprei bike nova, linda, estou na onda dos acessórios para ela, fico pensando em roteiros. Como exercício é dos melhores. Só que dei uma de mané total. Fez um sol de rachar e passei o bloqueador meio aleatoriamente. Resultado: várias marcas de dedos nas costas e nos braços, joelho roxo. Amadorismo imperdoável para quem tem décadas de praia e já passou por um câncer de pele.
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http://www.youtube.com/watch?v=fMUedRUJ_HA  ;-)

   

 


Escrito por André Fischer às 18h15 Comentários Envie

Super Terça

06/02/2008

Sabe que bem poderia torcer por uma chapa Hillary-Obama ? Tomara. Seria bom poder voltar a torcer por algo nos EUA. 

Rafa Bovani captou o espírito


Delícia o 69 na Farme. Para meu gosto, diferente do de muita gente eu sei, é, atualmente, o clube mais bacana da cidade. No doubt. Projeto do Muti, teto com projeções lindas, som ótimo, gente linda, pequeno, misto-mais-pro-gay. Terça, dia de Maja do Felipe Marques, foi o fechamenrto perfeito para o carnaval no Rio.

A Farme do lado de fora, bagaça total. Humberto Saad ficaria chocado se visse o que rolava explicitamente sob a marquise da Dijon.

 


Escrito por André Fischer às 05h21 Comentários Envie

Se não agüenta porque veio?

05/02/2008

Chegando da Banda de Ipanema, chuvisco.

Para encerrar, Maja?

 


Escrito por André Fischer às 20h57 Comentários Envie

Cacique de Ramos

Domingo: Depois de rodar por uns blocos no Leblon, baixamos na Roda da Skol no Forte Copacabana. A roda em si é ok, emocionante vista de Copacabana, mas sozinha não vale os R$30 de entrada. O mega boteco montado é animado, jogamos uma sinuca, comidinhas, muito chopp, música de carnaval. Mas meio heterossexual demais da conta. Ainda tentei encarar o Empolga às 9 no 9, mas não estava bêbado o bastante para encarar a chuva e dei por encerrada a jornada.

Segunda: Encontrei a Clara e fomos procurar blocos em Ipanema, passeando pela praia, aproveitando o fim do dia nublado mas pelo menos sem chuva.
A previsão do tempo do iPhone está sempre errada...
Só havia um no Arpoador, já em fim de feira. Dois blocos no Leblon lotados de maurícios (ui, o Leblon sucumbiu ao cheirão de mijo que toma a cidade) e uma parada estratégica na casa de um amigo no Rio Design depois, fui com um grupo grande para pó Cacique de Ramos.
Foi minha primeira incursão no meio do tradicional bloco noturno na Rio Branco.
Uma muvuca com bom astral, misturando famílias com crianças, senhoras de terceira idade, popozudas e gays. Todo mundo ali no meião se roçando e se divertindo junto.
O puxador de samba devia estar com algum problema em casa, pois ficou repetindo sem parar “você pagou com traição a quem sempre te deu a mão”. Melhor quando cantava “vou caciquear, só vou parar na quarta-feira”. Mas ficaram só em 4 ou 5 músicas por quase 3 horas. Tudo bem.
De lá para o Sambódromo, pegar o finzinho do camarote da Nova Skin, a tempo de ainda comer alguma coisa, ver a Beija Flor e voltar com Ricardo para casa. Bacana, é dito ser o melhor camarote da Avenida, onde é possível ir para a pista. Mas ainda acho que na rua é melhor.
Vimos o sol nascer do Polis.
Agora acordado na leseira, tempo meio nublado, buscar um restaurante com pouca fila e encarar o que resta de folia. Amanhã é dia de voltar a realidade paulistana. Será que volto para o desfile das campeãs ou vou no passeio dos Gay Bikers ?

Nos intervalos, leio My Undoing, uma espécie de autobiografia do Aiden Shawn (sabe, aquele astro pornô inglês?) , mas ainda não entendi onde ele quer chegar...

Ah, a Junior 3 está linda. Pena que o povo da produção lesou e ela não chegou a tempo no Carnaval. Mas é a melhor edição, a mais linda de todas. O novo papel funcionou bem, está com mais cara de revista...      


Escrito por André Fischer às 16h38 Comentários Envie

Bola Preta

03/02/2008

A proposta inicial era ficar no Rio durante o carnival distante de toda a folia. Possível, até é. Mas quem resiste ao chamado de Momo?
Sábado já começou cedo, no Bola Preta. Há um certo consenso que o carnaval de verdade no Rio acontece nos blocos, quase sempre de dia. Anos atrás dizia-se que só havia carnaval carioca em clubes e sambódromo. Banda de Ipanema no máiximo. Isso mudou radicalmente.  

Bacana a subversão que acontece, estar na Cinelândia, centro do centro carioca, ao meio-dia com muitos milhares de pessoas caindo de bêbadas. Divertido o negócio. Meio barulhento demais, mas divertido. Vestimos máscaras e nos jogamos no meio do povo. Ando gostando bem disso, se pudesse sairia mais vezes com esse acessório durante o ano. É muito prático. Acabei até indo na festa moderna à noite assim. Foi a Fase, noite que o Facundo está fazendo por aqui, deve virar casa noturna em breve. Estava ótima, por sinal, só gente bonita, bom som, lugar lindo (a tradicional Casa Franklin na Avenida Passos, onde já rolaram umas Moo), espírito Carnaval Off.

Mas voltando ao Bola Preta, o sol gritava contrariando a previsão da meteorologia. Assim como na praia, grupos se concentravam em pontos específicos: bichas, funkeiros, terceira idade, universitários...cada um com seu som próprio, amalgamados em uma multidão gigantesca suada. Como todo bom carnaval, as pessoas vão se falando, se tocando, sem nenhuma barreira.

Ainda rolou uma passada na praia depois da primeira chuva, em um ponto que não costumo ficar, o Sol Ipanema. Bom variar do Coqueirão ou Caeser Park. Farme , nem pensar. Dá para conversar com os amigos sem aquele social intenso de ois.
À noite ainda passei na frente da Farme, mas estava intransitável. A cota de carnaval, já no primeiro dia, já parece esgotada.
Com essa chuva que cai agora, ainda por cima...    

Um amigo americano ligou, está no tal Cruzeiro Gay que está ancorado na cidade. Tem muito gay, como sempre, mas a impressão é que tem menos que em outros anos. Devem ter ido para Floripa...


Escrito por André Fischer às 14h51 Comentários Envie


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