Porto Alegre sem fotos
26/11/2007
Passei o final de semana em PoA por conta do Festival. Sempre é um sucesso, o público de lá é muito articulado. Mas precisa ter alguma produção para funcionar, né? Não quero nem comentar para não me estressar, só posso falar em desleixo local. Pena sair de São Paulo com clima tão bacana, tantas coisas por fazer para o Rio...
Enfim...
Bom rever amigos, primeira vez que vou comendo carne, pude me deleitar com um corte uruguaio maravilhoso no Pancho's. Fiquei passado com o bate-cabelo radical de sexta no Ocidente. E com a quantidade de gente bonita no Beco. Quase um desespero, principalmente porque apesar do clima parecido com A Loca, a soltura não é nem de longe a mesma. Os meninos parecem gays (talvez de tão lindos que são), mas a maioria esmagadora olha e no final cata as meninas - também todas maravilhosas. No som o baixista dos Smiths (believe it or not) Andy Rourke. O clima era ótimo, o som dele nem tanto. Muito antigo, só originais ingleses dos anos 80. Quando ele saía para tomar água ou ir ao banheiro e entrava um DJ lindinho local o som melhorava muito.
Fiquei impressionado como os portoalgrenses estão com auto-estima em baixa. Todos, das mais diferentes turmas e tribos, achando a cidade um horror. Deus do Céu, está longe disso. Sim, rola uma evidente falta de grana, mais visível do que nas cidades do nordeste. Mas tanta coisa bacana acontecendo, tanta gente linda, não era para tanto. Acho que falta um choque de gestão radical.
Para completar o clima estranho ainda presenciei um acidente horrível voltando para casa, carro estraçalhado em um viaduto, gente ensangüentada feito zumbis às 3 da manhã na chuva. Cena de filme de terror...
| Escrito por André Fischer às 19h48 | ![]() |
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Será que dessa vez bomba no Rio?
18/11/2007
O Festival segue em São Paulo de vento em popa. Salas lotadas e sem maiores problemas na programação. Pela primeira vez nenhum drama na legendagem ou atrasos ou falhas sérias na produção (bate na madeira).
Hora de começar a pensar na turnê. Sexta começa em Porto Alegre no Gazômetro. Por lá o Festival é bacana, rola em uma sala só que enche, festinhas divertidas, sem maiores sobressaltos.
No Rio, onde começa dia 29 a tensão é geralmente maior. A imprensa local não nos dá lá muita atenção, as sessões até que têm bom público, mas nem sombra do que acontece em São Paulo. Com exceção do Show do Gongo, nunca tivemos muito clima de eventão como em Sampa e em outras cidades. Para mim, carioca, com honrosas exceções (como em 2005) sempre é meio brochante.
Esse ano pode ser diferente.
Já tínhamos confirmada a programação na Caixa Cultural, ótima para os cinéfilos e frequentadores do Mix, pois garantia pelo menos uma presença no Rio. Só que tivemos uma ótima notícia no final de outubro, na última hora. Foi aprovada nossa lei de incentivo do INSS do Rio, o que viabilizou o apoio da Vivo e tivemos fôlego para produzir uma edição maior. O Robert Guimarães, um puta produtor de eventos bacanas no Rio, se entusiasmou e nos convidou para fazer algo novo. Estaremos no Cine Palácio não apenas com filmes e Gongo, mas todo dia lá vai rolar um agito. Miam Miam e Kone montam bar, vai ter DJ e festinha todo dia. The Week, Cena Carioca, Cine Ideal, Fosfobox, 00 assinam cada dia uma festinha pós-filme. Além de Festa da Junior 2 - que chega às bancas no final dessa semana.
Tô achando que desta vez podemos mudar o curso do Mix na minha cidade maravilhosa...
| Escrito por André Fischer às 13h45 | ![]() |
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Sexta à noite
Rodriguinho na expo Dzi Croquetes na Caixa do Conjunto Nacional
CineSesc abarrotado. Todos foram ver o gayzérrimo A de Amor. Platéia 100% masculina
Meninas lotam Maratona no Espaço Unibanco com filmes e DJs do Chá com Bolachas
Festa no Vegas cheiaça com os gringos do Festival e comemorando 1 ano da Radio MixBrasil
Cinemão no Autorama reuniu uns 150 moços interessados em ver filme no parque ;-)
| Escrito por André Fischer às 13h33 | ![]() |
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L'amour est un oiseau rebelle
16/11/2007
| Escrito por André Fischer às 03h36 | ![]() |
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Giro pelas salas
Hoje dei um rolé pelas salas do Festival, cheias mesmo sob chuva. O Olido mega lotou para ver brasileiros. Os curtas sobre amores loucos fizream sucesso.Mott estava lá. Viciado em C..com David Cardozo foi uma comoção. Hindu e mangá japa nem estavam tão cheios , mas funcionaram bem com públicos específicos. Passie dia acompanhado pelo Ivan do Festival de Buenos Aires. A sala 4 do Unibanco, com programação mais cult foi a que teve os melhores votos do público. Suiço Como Ladrões estranho e interessante. Encontrei amigos pela Augusta. Como era noite sem festa, pulo na Torre. Fazia tempo...
| Escrito por André Fischer às 03h15 | ![]() |
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Mix no JN
15/11/2007
Ontem escrevi um texto enorme sobre a abertura do Mix no Memorial. Na hora de publicar o texto sumiu. Acredito em coisas...Acho que não era para ter sido publicado daquele jeito, será que escrevi bobeira? Deve ter sido a parte que falava dos moços da festona... ;-)
Resumindo, foi uma festa fina, tudo organizadíssimo, lindo de morrer, mil e tantas pessoas no evento de mais bom gosto que já vi no super institucional Memorial da América Latina. Dizia como era diferente das primeiras edições do Festival, onde reinava o improviso e a muvuca. Como evoluímos nesses 15 anos...
A maior surpresa foi ontem , ao ver a vinheta do Festival no Jornal Nacional. Já vieram dizer que estávamos milionários. Claro que temos muito mais recursos que no começo. Mas ainda é muito mais uma questão de bons apoios do que grana em si. Isso sim mudou em 15 anos.
Ontem reassisti a Incrível História do Cinema Gay, onde se fala sobre porque ainda existe a necessidade de se fazer um festival de cinema gay. Emocionei.
Hoje essa chuvinha safada está dando uma preguiça enorme, mas tem pelo menos umas 6 sessões que estou querendo assistir...
| Escrito por André Fischer às 13h23 | ![]() |
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Só para dizer que estou vivo
07/11/2007
Junior ::2 fechando, Festival começando semana que vem, palestras (abandonei a carreira de DJ para virar palestrante, o que é menos glamouroso mas rende mais), contratos e contatos dos outros tantos sites, editor pedindo alterações no novo livro... Matéria na revista Imprensa chamou-nos de pequeno império. Confesso que adorei. Mas isso tem um preço:
a cabeça à noite não pára e só no Adaptive para disfarçar um pouco as olheiras.
Apesar do desgaste mental e físico (ai queria estar agora no powerplate fazendo uma boa drenagem linfática) a grande vantagem é que não me desespero mais. O Mix ficou quase 2 dias fora do ar e, apesar da preocupação, não surtei como das outras vezes que isso rolou. Vantagens da idade. Sabia que tinha alguma.
| Escrito por André Fischer às 19h53 | ![]() |
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